quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A ANTIGUIDADE DOS SÍMBOLOS


A primeira constatação que empolga aquele que se aprofunda na interpretação da liturgia maçônica é a da antigüidade dos seus Símbolos, de suas alegorias.  Remontam as origens dos Símbolos Maçônicos à aurora do homem sobre a Terra. 
Daí terem alguns observadores apressados concluído que a Franco-Maçonaria é tão antiga quanto o mundo. Trata-se, evidentemente, de um exagero, pois a Franco-Maçonaria, com as suas características atuais, data do século XVIII, ou melhor, do ano de 1717, ponto de partida da Franco-Maçonaria moderna. Foi nesta data que se firmou a preponderância da Franco-Maçonaria especulativa sobre a operativa.  Mas, anteriormente à memorável reunião das quatro Lojas franco-maçônicas de Londres, existiam várias Lojas por toda Inglaterra, Alemanha, França e Itália, formada por pedreiros de profissão, reunidos em confrarias, com regulamentos próprios, Sinais de reconhecimento, Símbolos litúrgicos, e se tratando por Irmãos. Guardavam ciosamente a sua arte de construir do conhecimento do vulgo ou profanos. A par desses conhecimentos, essas confrarias (Guilds, Brotherhoods, Bruderschaften, Confrèries), constituídas por verdadeiros artistas (foram os construtores das grandes catedrais européias e os criadores da arte gótica), reuniam e conservavam a tradição esotérica da antigüidade pagã, às vezes confundidas com as tradições mais novas do cristianismo. 

Compreende-se, assim, o respeito que os príncipes tiveram por essas corporações de artesãos, às quais dotaram de regalias e privilégios.
Desse imenso legado das tradições antigas, de que os pedreiros (maçons, masons, maurerei) foram os depositários conscientes ou inconscientes, faziam parte também às tradições ocultas, herméticas, dos mistérios antigos, perpetuados em símbolos e práticas esotéricas.  Estabeleceu-se, assim, um liame entre a Franco-Maçonaria do século XVIII e a mais remota Antigüidade, que levou os escritores a que nos referimos, a declarar a Franco-Maçonaria coeva da vinda do homem sobre a face da terra. A verdade, contudo, como já dissemos, é um pouco diferente: os legítimos Símbolos Maçônicos é que se perdem na noite dos tempos, mas a Franco-Maçonaria, como a conhecemos, data de pouco mais de dois séculos, ou por outra, a Instituição é nova e a sua essência antiga.  

 Tão antigos são os Símbolos adotados e conservados zelosamente pela Franco-Maçonaria, que sem receio de errar podemos afirmar que nenhum deles é de data posterior ao ano um da era cristã. Tal afirmativa se reveste de tanta importância que o poder mantê-la compensa todas as pesquisas, todas as vigílias gastas em escavar o dourado veio das tradições antigas.
  
Não foi a Maçonaria, como entidade, que, no Brasil, fez a Proclamação da República, a Libertação dos Escravos, a Independência e outros movimentos tão belos da nossa História: FORAM ALGUNS  MAÇONS.


*
*    *

AS CORES

O simbolismo das cores tem relevante importância por figurar nas decorações, graus e símbolos. Sem estudar o simbolismo o Mestre maçom não poderá compreender o seu significado nas faixas, nos aventais e colares multicolores, principalmente, o dos altos corpos. J. Boucher afirma que o escocismo divide-se, segundo as seguintes cores, em quatro grupos:

AZUL - Loja Simbólica
 VERDE - Loja de Perfeição
VERMELHA - Capítulo Rosa-cruz
NEGRA - Conselho de Kadosch
BRANCA - Supremo Conselho
O VERDE simboliza a transição sendo esta cor atribuída ao "astral" dos ocultistas. É também a cor do elemento ÁGUA.
O AZUL das Lojas simbólicas é a cor do céu e a da tolerância que deve caracterizar o desejo de excelsitude e condicionar a atitude dos Maçons dos três primeiros graus. É a cor do AR, como elemento.
O VERMELHO dos Capítulos de Rosa-Cruz é a cor do sacrifício e do ardor que deve animar aos Rosa-cruzes. É a cor do elemento FOGO.
O PRETO ou "negro" dos Conselhos Kadosch é a cor do luto e da tristeza que atormentam o Iniciado quando acredita que o seu desejo de excelsitude, o seu sacrifício e o seu ardor têm sido vãos. É a cor do elemento TERRA.
O BRANCO dos Supremos Conselhos simboliza a paz e a serenidade do Iniciado que alcançou a plenitude da Iniciação, quando desenvolveu em si a espiritualidade pura e livre de toda sentimentalidade.

Nem todas as cores têm a importância e um extenso simbolismo. Não obstante, muitas cores representam virtudes e qualidades nas suas mais variadas combinações, podendo, inclusive, ter um simbolismo negativo. Dentre elas citamos:

ALARANJADA – incapacidade
AMARELO DOURADO - dedicada ao Sol, indica grandeza de alma.
AMARELO CLARO - chiste, graça.
AMARELO FORTE - indivíduo mau.
AMARELO PÁLIDO - desconfiança, traição, vício.
AZUL E PÚRPURA - liberalidade, ambição.
CINZA - prodigalidade, desordem, impaciência.
LILÁS - ignorância, avareza.
MARROM - ignorância, soberba, brutalidade.
PARDO - morte.
ROSA - segredo e discrição e, também, inconstância, desdém e prodigalidade.
VERMELHO FOGO - afeição, caridade, entusiasmo.
VIOLETA - misticismo, modéstia.


*
*     *

domingo, 12 de dezembro de 2010

SIMBOLOGIA MAÇÔNICA

A seguir descrevem-se alguns dos símbolos importantes para a Maçonaria.



Estrela de cinco pontas:

Sendo a Estrela do Oriente ou a Estrela Iniciação, é a que simbolizou o nascimento de JESUS:. É o símbolo do Homem Perfeito, da Humanidade plena entre Pai e Filho; o homem em seus cinco aspectos: físico, emocional, mental, intuitivo e espiritual:. Totalmente realizado e uno com o Grande Arquiteto do Universo:. É o homem de braços abertos, mas sem virilidade, porque dominou as paixões e emoções:. As Estrelas representam as lágrimas da beleza da Criação:. Olhemos para cima, para o céu e encontraremos a nossa estrela guia:. Na Maçonaria e nos seus Templos, a abóbada celeste está adornada de estrelas:. A Estrela é o emblema do gênio Flamejante que levam às grandes coisas com a sua influência:. É o emblema da paz, do bom acolhimento e da amizade fraternal:.


                              Acácia:

A planta símbolo por excelência da Maçonaria; representa a segurança, a clareza, e também a inocência ou pureza:. A Acácia foi tida na antiguidade, entre os hebreus, como árvore sagrada e daí sua conservação como símbolo maçônico:. Os antigos costumavam simbolizar a virtude e outras qualidades da alma com diversas plantas:. A Acácia é inicialmente um símbolo da verdadeira Iniciação para uma nova vida, a ressurreição para uma vida futura:.


Avental:

Símbolo do trabalho maçônico; branco, e de pele, para os Aprendizes e Companheiros; branco orlado de vermelho, para os Mestres:.


Colunas:

Símbolos dos limites do mundo criado, da vida e da morte, do elemento masculino e do elemento feminino, do ativo e do passivo:.



Compasso:

Símbolo do espírito, do pensamento nas diversas formas de raciocínio, e também do relativo (círculo) dependente do ponto inicial (absoluto). Os círculos traçados com o compasso representam as lojas:.




O nº 9:

É o princípio da Luz Divina, Criadora, que ilumina todo pensamento, todo desejo e toda obra, exprime externamente a Obra de Deus que mora em cada homem, para descansar depois de concluir sua Obra:. O homem novenário que pelo triplo do ternário, é a união do absoluto com o relativo, do abstrato com o concreto:. O número nove, no simbolismo maçônico, desempenha um papel variado e importante com significados aplicados na sua forma ritualística:. O número 9, é o número dos Iniciados e dos Profetas:.


Delta:

Triângulo luminoso, símbolo da força expandindo-se; distingue o Rito Escocês:.




Esquadro:

Resulta da união da linha vertical com a linha horizontal, é o símbolo da retidão e também da ação do Homem sobre a matéria e da ação do Homem sobre si mesmo:. Significa que devemos regular a nossa conduta e as nossas ações pela linha e pela régua maçônica, pelo temor de Deus, a quem temos de prestar contas das nossas ações, palavras e pensamentos:. Emite a idéia inflexível da imparcialidade e precisão de caráter:. Simboliza a moralidade:.


Malhete:

Pequeno martelo, emblema da vontade ativa, do trabalho e da força material; instrumento de direção, poder e autoridade:.


Pavimento em mosaico:

Chão em xadrez de quadrados pretos e brancos, com que devem ser revestidos os templos; símbolo da diversidade do globo e das raças, unidas pela Maçonaria; símbolo também da oposição dos contrários, bem e mal, espírito e corpo, luz e trevas:.



Pedra bruta:

Símbolo das imperfeições do espírito que o maçon deve procurar corrigir; e também, da liberdade total do Aprendiz e do maçon em geral:.



A letra G:

É a sétima letra do nosso alfabeto e que sabiamente, os Maçons apresentam grandes questionamentos, e que através de estudos, apresentamos um resumo dos diversos significados: Gravitação - É a força primordial que rege o movimento e o equilíbrio da matéria; Geometria ou a Quinta Ciência - É fundamento da ciência positiva, simbolizando a ciência dos cálculos, aplicada à extensão, à divisão de terras, de onde surge a noção da parte que nelas a nós compete, na grande partilha da humanidade e dos direitos da terra cultivada; Geração - É a vida perpetuando a série dos seres. Força Criadora que se acha no centro de todo ser e de todas as coisas; Gênio - É a inteligência humana a brilhar com seu mais vivo fulgor; Gnose - É o mais amplo conhecimento moral, o impulso que leva o homem a aprender sempre mais e que é o principal fator do progresso; Glória - a Deus; Grandeza - O homem, a maior e mais perfeita Obra da Criação; Gomel - Uma palavra hebraica, entende-se os deveres do homem para com Deus e os seus semelhantes:. Concluiremos, sintetizando que, a letra G é, realmente, o grande segredo maçônico, segredo tão secreto e misterioso, que nem mesmo os mais cultos e sábios Maçons conseguem decifrá-lo:.


Templo:

Símbolo da construção maçônica por excelência, da paz profunda para que tendem todos os maçons:.



Três pontos; triângulo:

Símbolo com várias interpretações, aliás, conciliáveis: luz, trevas e tempo; passado, presente e futuro; sabedoria, força e beleza; nascimento, vida e morte; liberdade, igualdade e fraternidade:.

*
*     *

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A ORDEM MAÇÔNICA

Há dificuldades para se desvendar as origens da Ordem Maçônica. O calendário maçônico faz remontar suas origens ao próprio Adão; por isso, acrescenta à data da era cristão mais 4 mil anos, que seria a idade do mundo antes de Cristo. Desse modo, estamos no ano de 6008 (2008). Outras origens são ou certamente lendárias, como a vinculação com a Ordem dos Templários, ou pelo menos, secundárias, como a ligação com a Rosa-Cruz. Em 1723, um novo Livro das Constituições, estabelecido por ordem da Grande Loja da Inglaterra pelo pastor Anderson, foi adotado e constitui desde então a carta magna maçônica, modificada em 1738. As  Constituições de Anderson são simples. Declaram que um maçom é obrigado, por sua natureza, a obedecer à moral e que não poderá nunca ser um ateu estúpido nem um libertino anti-religioso.  Acrescenta   mais que, se  no passado os  maçons estavam sujeitos em cada  país à obrigação de praticar a religião de seu país, agora se considera mais conveniente não lhes  impor nenhuma  religião. Enfim, especifica-se que o maçom deve ser um “pacífico súdito dos poderes civis”. Da  maçonaria operativa (pedreiros) as Lojas conservaram a linguagem dos ritos e dos símbolos. Na França, formaram-se Lojas sob a obediência da Grande Loja da Inglaterra. As primeiras datariam de 1725. Em 1737, Ramsay, escocês naturalizado francês, escreveu o célebre livro “Discours du chevalier”, onde tratava da maçonaria da França e expunha o que denominava as virtudes maçônicas: a humanidade, uma sadia moral, manter o segredo, ter o gosto pelas ciências úteis e pelas artes liberais. Acrescentava o ideal remoto de uma República universal, pela maçonaria. Eis o primeiro esforço de unidade realizado sem a cooperação inglesa. As Lojas maçônicas reuniram-se para instituir um grão-mestre, que foi o duque d’Antin (1738). No resto do século XVIII, a maçonaria desenvolveu-se com incrível rapidez na França, nas outras nações da Europa e nas Américas. Todas essas organizações pareciam proceder de um mesmo espírito, mas não tiveram  relações muito estreitas. As Lojas maçônicas criaram dignidades novas, os  Altos Graus. Entre os maçons operativos (pedreiros) havia apenas 3 graus: aprendiz, companheiro e mestre. Algumas Lojas, como as Loja azuis, também conservam apenas esses graus. Além dos três graus, a maçonaria anglo-saxônica reconhece ainda graus secundários. Outros ritos têm os chamados graus superiores. Os Altos Graus constituíram uma espécie de maçonaria aristocrática, ao serviço das pessoas distintas da Corte e da Cidade. Tais graus, traduzidos por títulos pitorescos, perpetuaram-se até nossos dias. Para mediar a anarquia nos agrupamentos maçônicos franceses, a Grande Loja, cedeu lugar, em 1773, ao Grande Oriente, que perdura até hoje. Apesar disso, não se logrou realizar a unidade, visto que a maçonaria escocesa preservou sua existência distinta. Idéias principais que caracterizam o substrato do espírito maçônico: Fidelidade à existência de Deus. De um Deus bastante incerto, o GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que não é necessariamente o Criador. A maçonaria não assume como finalidade a fraternidade e a solidariedade humana. Professa a filantropia. Pode-se atribuir-lhe uma espécie de filosofia moral, que consiste em reconhecer a legitimidade dos apetites humanos, mas com a obrigação de satisfazê-los com ordem, medida e método. A idéia da tolerância lhe advém de uma tendência acentuada ao sincretismo. A maçonaria crê na bondade natural do homem, no progresso humano indefinido. Pretende ser o guia da humanidade a caminho para uma harmonia universal.
No século XVIII, os chefes aparentes da maçonaria eram grandes senhores próximos do trono. Os nobres exerciam o papel de atração. Membros do clero (secular e regular) eram numerosos. Havia até mesmo bispos maçons. Ainda não se estudou o que aconteceu com os frades maçons durante o período revolucionário. A maçonaria declarava-se fiel à monarquia. Alguns maçons, como José de Maistre, que foi monarquista, viam na organização um instrumento de conciliação, segundo a idéia de Ramsay, que queria reconduzir o ímpio ao deísmo e à fé. Geralmente se afirma que a maçonaria em nada contribuiu para o nascimento das idéias filosóficas, que se desenvolveram quando a organização ainda não existia. Assim, parece que a filosofia foi somente um dos meios de sua difusão e de sua aceitação. O espírito que a inspirou parece ter sido de numerosos maçons. Essa era, aliás, a lógica de uma instituição sem Credo pessoal e que refletia o espírito de seu tempo e o servia. A primeira notícia certa acerca da maçonaria propriamente dita no Brasil data do manifesto, de 1823, fornecido por José Bonifácio, dirigido aos maçons do todo o mundo, dando conta de que fora instalada a primeira loja, em 1801, com o título de “Reunião”, filiada ao Grande Oriente da França e adotado o Rito Moderno ou Francês. No ano seguinte, em 1802, encontramos na Bahia a loja “Virtude e Razão”, funcionando no mesmo Rito Francês. Portanto, podemos dizer que a maçonaria brasileira é filha da maçonaria francesa. Da França veio o Rito Moderno com que o Grande Oriente atingiu a maioridade. Quando o Grande Oriente de Portugal soube da existência, no Brasil, de uma loja regular e obediente ao Oriente Francês enviou, em 1804, um delegado, a fim de garantir a adesão e a fidelidade dos maçons brasileiros. Mas o delegado não foi feliz no modo com que queria impor suas pretensões.
Com a fundação da loja “Comércio e Artes”, em 1815, no Rio, iniciou-se uma era mais sólida para a maçonaria brasileira. Esta loja existe até os nossos dias, mas só conseguiu firmar-se definitivamente em 1821. Com efeito, em 1818, D. João VI proibiu “quaisquer sociedades secretas, de qualquer denominação”. Mas a campanha da Independência do Brasil preservou a existência da Loja “Comércio e Artes”. Durante o Segundo Império, teve a maçonaria grande prestígio e influência, inclusive e principalmente na política, pois contava entre seus membros altas personalidades na atualidade à maçonaria brasileira, quer queiramos ou não, embora muito grande tanto em quantidade e qualidade, não tem a  força, a importância  e nem a influência que teve no Império e no começo da  República.
 É fácil se dar bem com pessoas iguais a nós, com as mesmas crenças e culturas semelhantes. Mas é só quando temos contato com pessoas diferentes  é que  realmente colocamos à prova a nossa capacidade de aceitação humana. A humanidade, em toda a sua história, está acostumada a julgar e matar quem é diferente, porque é mais fácil exterminar o desconhecido do que tentar aprender com ele.



“Vivemos para aprender e aprendemos para viver.
É assim por diante... numa sucessão de tentativas, enganos, alegrias, perdas e ganhos para enfim, chegarmos à evolução”.
Elvandro de Azevedo Burity








*
*    *



quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

INTRODUÇÃO


De uma maneira geral, os Graus do Rito Escocês Antigo e Aceito (R.E.A.A.) são muito complexos e até por serem em grande número, os estudiosos de Maçonaria têm dificuldade em estudá-los e dissecá-los, sem que para isso haja, pelo menos, como ponto de partida, uma sinopse para nortear os estudos.
O presente trabalho pretende dar ao estudante do Rito uma visão sistêmica de cada Grau, de maneira bastante resumida e objetiva.
O que pretendo é dar aos que se interessar por estudar o Rito, uma visão geral do mesmo, apresentando as ferramentas básicas e o mínimo necessário de conhecimento que o habilitem a buscas mais profundas.
Não se pode pretender aprender a ler sem saber pelo menos o alfabeto! É isto o que proponho com esse trabalho, e acredito que ele será de grande valia para aqueles que se interessarem pelo estudo do Rito, ainda que no seu mínimo indispensável.
Também quero deixar claro á todos que o ineditismo desse blog está em reunir todas as informações contidas num único lugar, o que facilita a consulta, uma vez que essas informações, de uma forma ou de outra, já foram por outros autores, trabalhadas e publicadas, ainda que isoladamente numa obra ou outra.

*
*    *

BIBLIOGRAFIA


- A Maçonaria e o Livro da Lei / Paulo Lima Delgado
- Achegas de Algumas Lojas / Elvandro de Azevedo Burity
- Ao Secretário de Uma Loja / Elvandro de Azevedo Burity
- Em Loja / Elvandro de Azevedo Burity
- Ao Orador de Uma Loja / Elvandro de Azevedo Burity
- Companheiro Maçom / Elvandro de Azevedo Burity
- Coletânea para um Mestre Maçom / Elvandro de Azevedo Burity
- Mestre Instalado / Elvandro de Azevedo Burity
- Além do Templo e das Paixões / Elvandro de Azevedo Burity
- Maçonaria e a Câmara de Reflexões e seu Simbolismo / Marcos L. Britto
- Manual do Aprendiz Franco Maçom / Eduardo Freitas
- Uma Visão Geral dos 33 Graus do R.:E.:A.:A.: / Walter Pacheco Jr.
- O Avental Maçônico / Marcelo Fabiano Pereira
- O Vinho na Maçonaria / WWW.portalmaçonico.com.br

Sites Consultados:

WWW.livrosmagicos.hpg.com.br
WWW.ritualemulacao.com
WWW.guiamaconiconacional.com.br
WWW.maconaria.net/portal
WWW.pedreiroslivres.com.br
WWW.gob.org.br



MENS AGITAT MOLEM
(o espírito anima a matéria)

*
*    *

INDICE

- Introdução
- A Ordem Maçônica
- Simbologia Maçônica
- Cores
- A Antiguidade dos Símbolos
* As Três Rosetas
* Acácia
- O Templo
- Ordens de Arquitetura
- O Duodenário
- Abóboda Celeste
- O Avental Maçônico
- O Avental da Loja Simbólica
- Aventais Ornamentados e de Linho
- Aventais Artísticos
- A Regulamentação dos aventais
- O Traje
- Tronco da Beneficência
- Abraço
- Postura em Loja
- Formas de Sinais
- Espadas
- Espada Flamejante ou Flamígera
- O Vinho na Maçonaria
- A Corda dos 81 nós
- A Maçonaria e o Livro da Lei
* Abreviaturas do Livro da Lei
* Como Consultar
* Expressões Latinas usadas na Maçonaria
* Abertura do Livro da Lei no Grau de Mestre
* Disposição Simbólica do Esquadro e do Compasso sobre o Livro da Lei.
- O Ingresso na Maçonaria
- A Doutrina Interior
- Os Mistérios
- As Escolas Filosóficas
- A Escola Gnóstica
- A Cabala Hebraica
- Alquimia e Hermetismo
- Templários e Rosa-Cruzes
- Espírito, Alma e Corpo
- A “Ars Structoria”
- Ladmarks de Mackey ( Comentados)
- Maçonaria Operativa e Maçonaria Especulativa
- Os Maçons “Aceitos”
- A Câmara de Reflexões
- Livre e de Bons Costumes
- Significado da Câmara de Reflexões
* O Grão de Trigo
* O Pão e a Água
* O Sal e o Enxofre
* O Mercúrio Vital
* O Testamento
* A Preparação
* Denominações e Fins dos Graus
- Os Ritos
* O Rito Moderno
* Rito de York
* Rito Adonhiramita
* Rito de Schroeder
* O Rito Escocês Antigo e Aceito
* Rito Brasileiro
- Os Graus Simbólicos
* O Simbolismo
* Grau 1 – Aprendiz Maçom
1. A Iniciação
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias do Grau
* Grau 2 – Companheiro Maçom
1. Decoração do Templo
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 3 – Mestre Maçom
1. Decoração da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Pontos Perfeitos do Mestrado
4. Insígnias
- Os Graus Superiores do Rito Escocês Antigo e Aceito
- Graus Inefáveis ou de Perfeição
* Grau 4 – Mestre Secreto
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 5 – Mestre Perfeito
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 6 – Secretário Intimo
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 7 – Preboste e Juiz
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 8 – Intendente dos Edifícios
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 9 – Mestre Eleito dos Nove
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
4. Desenvolvimento do Grau
* Grau 10 – Mestre Eleito dos Quinze
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
4. Moral do Grau
* Grau 11 – Cavaleiro Eleito dos Doze
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 12 – Grão Mestre Arquiteto
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 13 – Real Arco
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 14 – Perfeito e Sublime Maçom
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
- Loja Capitular – Os Graus Capitulares
* Grau 15 – Cavaleiro do Oriente
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 16 – Príncipe de Jerusalém
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 17 – Cavaleiro do Oriente e do Ocidente
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 18 – Cavaleiro Rosa-Cruz
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
- Oficina de Kadosh – Os Graus Filosóficos
- Os Graus Filosóficos
* Grau 19 – Grande Pontífice
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 20 – Soberano Príncipe da Maçonaria
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 21 – Noaquita ou Cavaleiro Prussiano
1. Ornamentação da Loja
2. Mistério do Grau
3. Insígnias
* Grau 22 – Cavaleiro do Real Machado
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 23 – Chefe do Tabernáculo
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 24 – Príncipe do Tabernáculo
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 25 – Cavaleiro da Serpente de Bronze
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 26 – Escocês Trinitário
1. Mistérios do Grau
2. Insígnias
* Grau 27 – Grande Comendador do Templo
1. Ornamentação do Templo
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 28 – Príncipe Adepto
1. Ornamentação do Templo
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 29 – Grande Escocês de Santo André da Escócia
1. Decoração da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
* Grau 30 – Cavaleiro Kadosh
1. Ornamentação da Loja
2. Mistérios do Grau
3. Insígnias
- Consistório dos Príncipes do Real Segredo
* Grau 31 – Grande Juiz Comendador
1. A Santa Veheme
2. Decoração do Templo
3. Insígnias
* Grau 32 – Sublime Cavaleiro do Real Segredo, Soberano Príncipe da Maçonaria
1. O Painel do Grau
2. Decoração do Templo
3. Visão Panorâmica da Iniciação
4. Insígnias
- Supremo Conselho
* Grau 33 – Soberano Grande Inspetor Geral
1. Decoração do Templo
2. Visão Panorâmica da Iniciação
3. Insígnias
-Mestre Instalado (Venerável Mestre)
* Privilégios de um Venerável Mestre
* O Venerável deve ter em mente
* Deveres do Venerável Mestre de uma Loja
* Decálogo das (in) Competências
* O Decálogo da Identidade Maçônica
* Meu Nome é Maçonaria
- Considerações Sobre as Constituições Maçônicas
- Pitágoras e a sua Filosofia
- A Escola Pitagórica
- A Aritmética Pitagórica
- A Geometria Pitagórica
- A Astronomia Pitagórica
- A Música Pitagórica
- A Herança de Pitágoras
- Dicionário da Maçonaria
- Glossário de Termos Administrativos usados em uma Loja Maçônica

*
*    *