quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Rainbow Girls ( Garotas do Arco-Íris)

Ordem Internacional do Arco-Íris para Meninas

ORG (International Order of the Rainbow for Girls)

A Ordem Internacional do Arco-Íris para Meninas é uma organização maçônica para a juventude com o objetivo de gerar líderes. Fundada nos Estados Unidos da América em 1922, pelo Maçom Mark Sexson. Ele sentiu a necessidade de reunir a família maçônica. Na época já existiam a Ordem DeMolay e a Ordem Estrela do Oriente. mas faltavam as meninas.

A Ordem Internacional do Arco-Íris para Meninas é uma organização de construção de caráter para jovens entre 11 a 20 anos de idade, seu objetivo é promover a comunicação efetiva, habilidades de liderança e principalmente servir à comunidade.

Há Assembléias do Arco-Íris em diversos países, entre eles: Austrália, Filipinas, Alemanha, Canadá, Japão. Aqui no Brasil, contamos com Assembléias em São Paulo, Espírito Santo, Paraná e no Distrito Federal.




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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Quem são os Chevaliers

Chevalier é a mais alta honraria que um DeMolay ativo pode receber, mas que também pode ser concedida a Seniores DeMolay. Esta honraria é uma citação por atividade e trabalho destacáveis e notáveis em favor à Ordem DeMolay. O nomeado deve ter um mínimo de 17 anos de idade e tem que ser um membro em bom estado há pelo menos dois anos.
Esta honraria não pode ser requerida, e a nomeação é feita sem o conhecimento do DeMolay a ser distinguido. O voto unânime do Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil na sua sessão regular é necessário para eleger o nomeado.
As recomendações devem ser feitas pelos Conselhos Consultivos ao Oficial Executivo da jurisdição, que retém os formulários de nomeação. As nomeações devem ser encaminhadas ao Oficial Executivo para registro. A cada ano uma taxa de nomeação é estabelecida pelo Grande Secretário do Supremo Conselho, a qual cobre o processo e os paramentos. A taxa deve ser submetida com o formulário de nomeação completo ao Oficial Executivo.
Os paramentos são distribuídos sob direção do Oficial Executivo, exceto o anel, que deve ser adquirido a parte.
A Cerimônia de Investidura deve ser realizada num prazo de até um ano após a data da eleição. A Cerimônia é pública, podendo ser realizada até mesmo fora de Templo.
Adaptado do Livro "DeMolay Leader's Resource Guide" por Chev:. Sir Marcelo HB Santos



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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Os Graus da Ordem DeMolay

Graus Ritualísticos
Os graus ritualísticos são os dois graus básicos da Ordem DeMolay: o Iniciático e o DeMolay. Os DeMolays desses graus trabalham em Capítulos DeMolay.

Grau Iniciático
Primeiro grau da Ordem DeMolay, onde os DeMolays recém iniciados ingressam quando são admitidos em um Capítulo através do Escrutínio Secreto e passam pela Cerimônia de Iniciação.

Grau DeMolay
Segundo grau da Ordem, alcançado pelos DeMolays esforçados, que após demonstrarem merecimento e condições mínimas (de acordo com o Regimento Interno do Capítulo), são aprovados pelos demais membros que tenham o Grau DeMolay no Capítulo. Passam pela Cerimônia de Elevação, que consiste de um pequeno teatro, usado para transmitir as novas lições do grau aos irmãos.

Graus ou Ordens de Cavalaria
Assim como a Maçonaria possui o Corpo das Lojas de Perfeição após as Lojas Simbólicas, a DeMolay possui um segundo corpo de jovens denominado Nobres Cavaleiros da Ordem Sagrada dos Soldados Companheiros de Jacques DeMolay, ou simplesmente Nobres Cavaleiros, que é constituído por duas
Ordens: a Ordem de Cavalaria e a Ordem do Ébano.

Estas duas Ordens possuem seus próprios Rituais Secretos e os Cavaleiros (chamados de Sir) se reúnem em Conventos (e não em Capítulos). Para ser admitido no Convento, o jovem DeMolay precisa ter entre 17 e 21 anos, atestar de memória os questionários dos graus Iniciático e DeMolay e ter sido garantido pelo Presidente do Conselho Consultivo de seu Capítulo e por dois cavaleiros.

O ingresso no Convento não é uma honraria, mas um direito de todos os DeMolays que tenham as condições mínimas para tanto, já que os propósitos do Convento são:

*estender e servir à Ordem DeMolay e seus capítulos;
*manter o interesse ativo dos DeMolays mais velhos;
*prover um programa para os membros do Convento;
*acima de tudo, dar o exemplo para todos os DeMolays.

As atividades do Convento se baseiam em três pilares: Serviço Social, Serviço Maçônico e Serviço DeMolay.
O Convento possui 12 Oficiais (incluindo o Organista): Ilustre Comendador Cavaleiro, Sir Comendador Escudeiro, Sir Comendador Pajem (Eletivos), Sir Protocolista (Eleito ou Nomeado pelo Conselho Consultivo), Sir Prior, Sir Preceptor, Sir Porta Estandarte, Sir Primeiro Diácono, Sir Segundo Diácono, Sir Sacristão, Sir Sentinela e Sir Organista.

Ordem de Cavaleiro
A Cerimônia de Investidura é muito profunda e se inspira na cerimônia utilizada pelos templários. O DeMolay se rededica às Sete Virtudes Cardeais, que passam a ser chamadas de as Sete Grandes Luzes.
Um Nobre Cavaleiro utiliza a Faixa (faixa branca com bordas vermelhas cruzando o peito do ombro direito ao lado esquerdo do abdômen) para seus trabalhos ritualísticos no Convento e um Oficial do Convento utiliza o Colar Verde. Este material ritualístico não deve ser utilizado fora do Convento a não ser por determinação do Ilustre Comendador Cavaleiro.

Ordem do Ébano
A partir dos 19 anos de idade um Nobre Cavaleiro têm o direito de ser investido na Ordem do Ébano. Ela ensina as últimas lições aos DeMolays que estão prestes a cruzarem o Portal da Maioridade. De significado profundo (Ébano significa escuridão), o Ritual encerra uma descrição das dificuldades que encontramos em nossas vidas diárias.

Graus Honorários
São graus concedidos por merecimento, portanto os DeMolays não têm qualquer direito a estes graus. Os candidatos a estes graus devem ser indicados pelo Oficial Executivo ao Supremo Conselho, e devem ser aprovados pelo Grande Mestre.

Grau de Chevalier
Foi aprovado em 1936, sendo o primeiro ritual (cerimônia) escrito sem Frank Marshall, o imortal criador do Ritual dos Trabalhos Secretos da Ordem DeMolay. A Investidura de Chevalier é bastante semelhante as cerimônias utilizadas na Idade Média para se criar um cavaleiro. Aliás, Chevalier significa Cavaleiro em francês.
A principal insígnia do Chevalier é um medalhão dourado com o retrato de Jacques DeMolay. O medalhão é suspenso por um cordão dourado que é usado ao redor do pescoço. A outra insígnia é um anel (opcional) com a Cota de Armas DeMolay nos lados e com o retrato de Jacques DeMolay na frente. O anel é usado no terceiro dedo da mão esquerda e pode ser utilizado para lacrar cartas.

O Grau de Chevalier é dado aos DeMolays Ativos com mais de 17 anos (completados a partir de 15 de janeiro do ano da indicação) ou Seniors DeMolay, que trabalham ativamente pela Ordem DeMolay no tempo mínimo de dois anos. Os Chevaliers se reúnem em Cortes de Chevaliers cuja obrigação é investir novos designados e cumprirem a Observância Anual dos Chevaliers a cada dia 08 de novembro.
As Cortes de Chevaliers podem ser instituídas com o mínimo de 5 Chevaliers regulares. Seus cargos, todos eletivos, são: Grande Comendador Chevalier, Grande Comendador do Ocidente, Grande Comendador do Sul, Grande Secretário, Grande Tesoureiro, Grande Capelão e Grande Mestre de Cerimônias.

Legião de Honra
É a maior honraria e mais alto grau da Ordem DeMolay. Ela foi criada em 1925 e é dada a Seniors DeMolay ou Maçons (Legião de Honra Honorária) com mais de 30 anos que tenham mostrado liderança notável em algum campo do empreendimento humano.
A Investidura da Legião de Honra possivelmente é a mais bonita e inspiradora de todas as Cerimônias DeMolays.
Somente o Tio Alberto Mansur, GM, possui a Legião de Honra Honorária no Brasil, graças aos seus serviços prestados: mais de 20.000 jovens fizeram um dos mais sublimes juramentos.
A insígnia do Legionário é uma cruz com esmalte vermelho e azul suspensa por um cordão vermelho (branco para a Legião de Honra Honorária) e um anel (opcional) com uma cruz de malta vermelha (prateada para a Legião de Honra Honorária - HLOH) usado no dedo pequeno da mão direita. Os Legionários se reúnem em Preceptórios da Legião de Honra, cuja obrigação é investir os designados na Legião de Honra e de cumprirem a Observância Anual dos Legionários a cada dia 18 de março. Além do juramento público, é prestado um "Juramento Secreto", o qual somente os Legionários o conhecem.
As Cortes de Chevaliers podem ser instituídas com o mínimo de 5 Legionários regulares. Seus cargos são: Reitor, Vice-Reitor, Secretário, Tesoureiro (Eletivos), Capelão.


Fonte: www.demolay.org.br
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sábado, 29 de outubro de 2011

Como Participar da Ordem DeMolay

Para que um jovem seja iniciado na Ordem DeMolay, é preciso que o mesmo seja indicado por um membro ativo da Ordem, um Sênior DeMolay ou um Mestre Maçom, todos devidamente regulares em suas potências. O jovem escolhido deve ser grande destaque no meio onde vive e preencher, obrigatoriamente, dentre outras, todas as seguintes características:

 Ter entre 12 anos completos e 21 incompletos;
 Possuir um esboço da grande maioria das virtudes defendidas pela Ordem;
 Crer firmemente em um Ser Superior, independentemente de qualquer religião;
 Ser uma pessoa de forte caráter e ética;
 Ter sua indicação aprovada sem ressalvas por todos os membros do Capítulo e do Conselho Consultivo;
 Ter grande vontade de aprender, estar disposto a valorizar a amizade verdadeira e guardar segredo sobre tudo o que se passa durante as reuniões.

Os candidatos ao ingresso na Ordem DeMolay não são escolhidos aleatoriamente. Todos passam por um rigoroso processo de seleção no qual o candidato é avaliado e investigado em vários aspectos. Em caso de aprovação unânime do Capítulo, ele será iniciado. Caso contrário o candidato não será iniciado, mas existe a possibilidade de posteriormente realizar uma nova tentativa. Ele será informado se iniciará ou não. O motivo de uma não aprovação não é informado.
Seu primeiro dever como um Membro da Ordem DeMolay é ser participante!Uma vez alguém
disse que você é aquilo que pratica em sua vida. O mesmo é verdadeiro em seu ingresso na Ordem DeMolay.Entre com ambos os pés! Levante-se em seu Capítulo e ofereça-se como voluntário em um comitê. Solicite uma oportunidade de realizar um projeto especial, como coordenar um baile, uma festa social, um evento filantrópico ou cultural, como uma sessão de vídeo na sua casa ou na de um Irmão DeMolay.Os Membros de seu Capítulo podem ajudá-lo a iniciar, com o pé direito, os seustrabalhos. Dê este passo, pergunte como você pode participar, ou sugira, você mesmo uma atividade que, particularmente, lhe atrai e que o Capítulo poderia realizar. Que tal aformação do Clube do livro, de cinema, de computador; ou quem sabe viagens,acampamentos ou gincanas
As oportunidades em DeMolay são inesgotáveis. Você pode colocar em prática tudo que desejar, porém o seu primeiro dever é participar!Você também será solicitado, como parte de seus primeiros deveres como DeMolay, a dividir sempre esta Fraternidade com seus outros amigos e jovens, que um dia poderão fazer parte desta Maior Organização Fraternal Juvenil do Mundo. Também é muitoimportante saber memorizar suas Obrigações como DeMolay, através dos seusjuramentos do Grau Iniciático e do Grau DeMolay, conforme você os recebe. Um DeMolay, dentre os seus primeiros deveres, deve saber ser leal aos seus votos e aos seus Irmãos.

Fontes: demolay.org.br
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A Bandeira DeMolay

O campo branco na bandeira DeMolay simboliza pureza e limpeza de pensamento, palavra e ação. Ela lembra ao DeMolay das palavras do salmista que escreveu (orou), "Crie em mim um coração limpo, oh Deus."

As três listras divergentes vermelhas, as quais trespassam o campo branco, representam as colunas básicas e a fundação da Ordem DeMolay. Esses são: Amor a Deus, Amor à Família e Amor ao País. Elas divergem através do branco para simbolizar que essas colunas devem se espalhar durante a vida do indivíduo. As listras convergem num campo vermelho o qual tem a forma de um quadrado oblongo, ou retângulo, o que simboliza a união do DeMolay com a Maçonaria.

O vermelho é emblemático da coragem, e relembra ao DeMolay dos muitos sacrifícios que a juventude de nossa nação tem feito para defender as liberdades que nós gozamos como cidadãos.

O emblema oficial DeMolay está centrado em volta de uma coroa o que é simbólico da Coroa da Juventude e constantemente relembra um DeMolay de suas obrigações e os Sete Princípios de sua Ordem.

As dez pedras preciosas da coroa são em honra ao fundador Frank S. Land e os nove jovens cujos laços de amizade atraíram-nos na formação da Ordem DeMolay. Os rubis vermelhos honram o fundador e os dez originais que já morreram.

O elmo é emblemático da cavalaria, sem a qual não pode haver fineza de caráter. A lua crescente é um sinal de segredo e constantemente relembra aos DeMolays de sua promessa de nunca revelar os segredos ou trair a confiança de um amigo. A cruz branca de cinco braços simboliza a pureza de intenções do indivíduo para sempre lembrar o lema da Ordem, "Nenhum DeMolay deve falhar como cidadão, como líder ou como homem." As espadas cruzadas denotam justiça, força e piedade. Elas simbolizam a incessante batalha de um DeMolay contra a arrogância, despotismo e intolerância. As estrelas circundando a lua crescente são simbólicas de esperança e devem sempre lembrar um DeMolay daquelas obrigações e deveres os quais um Irmão sempre tem com um outro.


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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O Emblema DeMolay

O Emblema DeMolay (erradamente chamada de brasão por muitos) foi projetada pelo fundador de nossa grande Ordem: Tio Frank Shermann Land. Ele a projetou como uma insígnia e símbolo que nos reconhecem como DeMolays e representantes dela. Toda as suas partes tem um significado particular, e nós como DeMolays temos o dever de conhecer de cor.

A COROA simboliza a “Coroa da Juventude” e constantemente recorda a um DeMolay das suas obrigações dele e dos Sete preceitos desta Ordem: Amor Filial, Reverencia pelas Coisas Sagradas, Cortesia, Companheirismo, Fidelidade, Pureza e Patriotismo.

As DEZ PEDRAS PRECIOSAS que ornamentam a Coroa são em honra ao nosso Tio Frank Sherman Land e os nove jovens cuja amizade os prenderam e os reuniram na formação da Ordem DeMolay. Os Rubis Vermelhos são em honra aos Fundadores que já faleceram. As Pérolas representavam os Fundadores quando vivos. A medida que a “convocação final” chegava a cada um deles, como vem a todo homem, um Rubi Vermelho tomava o lugar de uma Pérola. Atualmente não existem mais pérolas em nosso emblema, pois o último fundador faleceu há poucos anos.

O ELMO é emblema do cavalheirismo que nós como DeMolays exibimos por nossa cortesia e respeito para todas as pessoas e sem a qual não pode haver nenhuma delicadeza de caráter.

A LUA CRESCENTE é um sinal do segredo e constantemente recorda a nós DeMolay’s o dever de não revelar os segredos de nossa Ordem ou trair a confiança de um amigo.

A CRUZ BRANCA DE CINCO PONTAS simboliza a pureza de suas intenções, para que sempre se lembre do lema da Ordem: “Nenhum DeMolay falhará como um cidadão, como líder e como homem.”

AS ESPADAS CRUZADAS denotam justiça, fortaleza e clemência. Elas simbolizam a guerra crescente da Ordem DeMolay contra arrogância, despotismo e intolerância.

AS ESTRELAS que cercam a lua crescente simbólzam a esperança e sempre e nos lembra das obrigações e deveres que um Irmão da Ordem deve a outro.

Esteja seguro usar este Emblema orgulhosamente, esteja ele em uma lapela, camiseta ou em um pedestal. Não o use nos lugares onde você teria vergonha de levar sua mãe, irmã ou "melhor amiga". Lembre-se, com toda a humildade, que quando você usa este emblema, você estará representando e estará falando para mais de três milhões de outros DeMolays distribuídos ao longo do Mundo e que não podem, pelo momento, falar por eles.

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

As Sete Virtudes Cardeias de Um DeMolay

A Ordem DeMolay invoca sete luzes, simbolizando as sete virtudes cardeais de um DeMolay, que iluminam seus caminhos conforme passam pela estrada da vida, simbolizando tudo que é bom e correto, a base de suas vidas.

Amor Filial: é o amor e carinho que devemos ter por nossos pais, que nos semearam, geraram, nos ensinaram as primeiras lições de nossas vidas e se sacrificaram por nós. Através deles nós tivemos as primeiras lições de educação, respeito e na crença em Deus.

Reverência pelas Coisas Sagradas: significa a crença em Deus, não importando a sua religião. Para ser um DeMolay o jovem tem que ter fé Nele e provar o quanto ama e deseja servir a Deus.

Cortesia: cortesia, educação e solidariedade são princípios que um DeMolay procura por em prática usando a filantropia, mas somente válida quando é feita com sentimento, colocando o coração naquilo que faz. Os DeMolays têm uma regra que diz:
"Para ser útil à sociedade não é necessário ser um DeMolay, mas para ser um DeMolay é necessário ser útil à sociedade".

Companheirismo: é ser um amigo leal, tanto nas horas boas quanto nas ruins. O verdadeiro companheiro e amigo é aquele que estende a mão para um Irmão, que está despencando de um abismo, segurá-la. Companheirismo é levar uma chama de amizade no coração, para que, quando um amigo estiver no meio do túnel, ela possa iluminar e mostrar onde está a saída.

Fidelidade: é sempre acreditar em seus ideais e virtudes, mantendo em segredo tudo aquilo que lhe for ensinado. É ser fiel a Deus, à sua Pátria e a seus amigos, seguindo o exemplo de fidelidade de Jacques DeMolay, que preferiu morrer a trair seus Irmãos.

Pureza: é ser um cidadão idôneo, puro de alma e de coração; é sempre estar de bem com a própria consciência. É manter a mente longe de tudo que vá contra os princípios de um bom cidadão.

Patriotismo: é respeitar e defender a nossa Pátria, nosso Estado e nossa Cidade e, além disso, conservar tudo que diz respeito ao patrimônio público, como escolas, asilos, orfanatos e hospitais, que prestam ajuda às pessoas mais carentes de nossa sociedade.



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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A Ética DeMolay

Os princípios da Ordem são baseados em virtudes como a fraternidade e o companheirismo, incentivando cada membro a trilhar seu caminho seguindo preceitos que são considerados pela Ordem diferenciais na vida de um líder e determinantes para seu destino.
Os baluartes da Ordem são a defesa das Liberdades:

 "Religiosa" representada pelo Livro Sagrado.
 "Civil", representada pela Bandeira Nacional.
 "Intelectual", representada pelos Livros Escolares.

Assim prescreve a ética de um DeMolay:

 Um DeMolay serve a Deus;
 Um DeMolay honra todas as mulheres;
 Um DeMolay ama e honra seus pais;
 Um DeMolay é honesto;
 Um DeMolay é leal a ideais e amigos;
 Um DeMolay executa trabalhos honestos;
 Um DeMolay é cortês;
 Um DeMolay é sempre um cavalheiro;
 Um DeMolay é um patriota tanto em tempo de paz quanto em tempo de guerra;
 Um DeMolay sempre permanece inabalável a favor das escolas públicas;
 Um DeMolay é o orgulho de sua Pátria, seus pais, sua família e seus amigos;
 A palavra de um DeMolay é tão válida quanto sua confiança;
 Um DeMolay, por preceito e exemplo, deve manter os elevados níveis aos quais ele se comprometeu.


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Como o Ritual foi Escrito

Logo após o primeiro encontro desses jovens, na primavera americana de 1919, Dad Land pediu a um amigo próximo e um eminente maço, Frank A. Marshall, que trabalhava como Editor do “Kansas City Journal”, que escrevesse um ritual para ser praticado pelos rapazes durante as reuniões do grupo. Dad Land ajudou com sua filosofia e princípios maçônicos, que deveriam estar incluídos no ritual, e Dad Marshall contribuiu com a imaginação e a habilidade de escrever. Assim, DeMolay recebeu dois graus ritualísticos: O Grau Iniciático e o Grau DeMolay. A primeira vez que ambos os graus foram praticados foi ainda no ano de fundação e, hoje, mais de setenta anos depois, eles permanecem da forma como foram escritos; apenas algumas questões gramaticais foram aprimoradas, adequando-se ao vocabulário cotidiano.

A grande parte dos termos utilizados nos rituais e, principalmente, a essência de seus ensinamentos não envelheceram, como um todo eles continuam imutáveis porque representam os principais pontos de uma vida vivida com retidão e bom caráter e uma maneira significativa de comportamento pessoal. Todos os conceitos neles expressos tanto eram plenamente aceitos no passado como são na atualidade.

A primeira reunião ritualistica na qual participavam os vinte e três oficiais, da maneira como conhecemos hoje (Conselheiros, Diáconos, Mordomos, Orador, Escrivão, Tesoureiro, Sentinela, Capelão, Mestre de Cerimônias, Porta-Bandeira, Hospitaleiro, Preceptores e Mestre de Harmonia) aconteceu, como treinamento, no dia 16 de setembro de 1919, tendo como dirigente Averill C. Tatlock. Foi nesta cerimônia que o jovem Louis G. Lower, o primeiro DeMolay, assumiu o seu primeiro cargo ritualístico, o de Segundo Guardião, hoje Segundo Conselheiro. A troca definitiva dos nomes dos cargos ritualísticos aconteceu pouco tempo depois. mudança considerada como aprimoramento da nomenclatura, realizada por seu autor Frank Marshall.

Entretanto, o ritual foi praticado oficialmente pela primeira vez, na mesma maneira como é nos dias atuais - secreta e dentro de um Templo Maçônico, no dia 27 de setembro de 1919 no Templo Nobre do Rito Escocês, na Cidade de Kansas; onde hoje existe uma placa de bronze com o nome de todos os DeMolays que participaram e assistiram à Cerimônia, bem como dos maçons que nela estiveram.

O Grau Iniciático começou às 8:45h da manhã e o Grau DeMolay foi iniciado às 8h da noite, pontualmente.



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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Jacques Demolay

Jacques DeMolay, cujo exemplo de vida não conseguiu sepultar na pequena ilha do Rio Sena, onde seu corpo foi queimado.

Nascido no ano de 1244 em Vitrey, na França pautou a sua existência em princípios éticos que distinguiam dos demais e que realçavam a sua inteligência, educação e as habilidades inerentes para a prática do bem.

Já aos 21 anos, ingressa na Ordem dos Cavaleiros Templários, entidade sancionada e reconhecida pelo Papa e pelo seu Conselho da Igreja, e cuja finalidade era vigiar a estrada entre Jerusalém e Acro, o porto de Jerusalém no Mediterrâneo.

Imensamente popular, já que apoiada pela Igreja, a Ordem dos Cavaleiros Templários, cuja denominação original era "Pobres Soldados de Cristo", destacava-se pela abundância de recursos, ricas propriedades e, em conseqüência, atraia filhos de nobres e príncipes, notadamente da Inglaterra, França, Espanha e Alemanha.

A valentia dos seus integrantes angariava a simpatia de todos que acompanhavam as numerosas cruzadas, através das quais consolidavam o nome da Ordem, reconhecida sempre pelo heroísmo.

Jacques DeMolay estava presente nessas ações, destacando-se pelos princípios abraçados.

Em 1298 era eleito Grão Mestre, assumindo o cargo que o colocava, em muitas das vezes, acima dos grandes lordes e príncipes. Todavia, a situação para cristandade no Oriente não era boa. Os infiéis sarracenos haviam conquistado os Cavaleiros da Cruzada e capturados a Antíoqua, Tripoli, Jerusalém e Acro. Para enfrenta-los, restavam apenas os Cavaleiros Templários e os Hospitaleiros. Debilitados pelos problemas que afetavam a cristandade, os Templários não demonstravam mais o vigor de outrora e se estabeleceram em Chipre na esperança de uma nova Cruzada. As esperanças de auxílio europeu foram frustradas, a dura realidade mostrou a sua face: o espírito das Cruzadas havia se extinguido.

Recolhidos em suas grandes casas, suas ricas propriedades e guardando seus tesouros de ouro. Os Templários despertavam o desejo de guerra com os inimigos poderosos e, já sem ajuda popular, despertaram a cobiça de Felipe, o Belo, Rei da França, que almejava uma união para assumir o controle total do poder. Sem sucesso, Felipe reconheceu que deveria destruir as Ordens e conseqüentemente evitar o aumento do poder do Sumo Pontificado. Investiu com regulamentos secretos para aprisionar todos os Templários. DeMolay e centenas de outros Templários foram presos e atirados em calabouços. Começando um período que prolongaria por sete longos anos de celas úmidas, frias e torturas desumanas. Não bastassem os cruéis castigos, o Rei Felipe consegue ainda que o Papa Clemente apoiasse a condenação da Ordem e promoveu a transferência das suas propriedades e riquezas para outros donos. Na pior das suas investidas, Felipe insistia na traição de Jacques DeMolay aos seus companheiros. Este, apesar do cavalete e de suas outras torturas, não cedeu.

Em vão resistiu Jacques DeMolay, fiel aos seus princípios que o haviam levado ao comando da Ordem. Uma confissão forjada o levou a condenação. Sua negativa ante a sentença proferida. Segundo os costumes da época, deveria ser punido a morte. Era o que desejava o rei Felipe, que não obstante a disposição da comissão julgadora pelo adiamento de decisão, ordenou que os prisioneiros fossem queimados naquela tarde. Assim quando os sinos da catedral de Notre Dame de Paris tocavam ao anoitecer do dia 18 de março de 1314, Jacques DeMolay era queimado vivo no pelourinho, numa pequena ilha do Rio Sena. Ao relembrar-nos este episódio o faremos na certeza de que apesar do corpo de Jacques DeMolay ter tombado naquele dia, o espírito e as virtudes desse homem, para que a Ordem DeMolay foi denominada, viverão para sempre.


A Ordem DeMolay foi considerada pela Organização das Nações Unidas - ONU - como organização não-governamental de importância fundamental, pois trabalha alicerçada na máxima de que educando-se o jovem estaremos nos eximindo da tarefa de castigar o adulto.

Foi trazida para o Brasil, em 1.980, pelo Maçom Alberto Mansur, que fundou o Capitulo Rio de Janeiro, em 16 de Agosto de 1980, e teve como primeiro Mestre Conselheiro o Demolay Jorge Mansur. Em 12 de Abril de 1985, é fundado o Supremo Conselho da Ordem DeMolay para o Brasil, dando soberania à Ordem no país. Com cerca de 700 capítulos e mais de 100 mil jovens iniciados com 30.000 DeMolays ativos.


Fontes: demolay.org.br
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terça-feira, 20 de setembro de 2011

DeMOLAY - A História

Um acidente aconteceu numa caçada em 1919, em Kansas City, Missouri, Estados Unidos da América, deixando sem pai uma família na qual Louis Lower era um menino entre 13 e 19 anos. Após o falecimento de seu pai, Louis Lower transferira a figura de seu pai ao amigo da família, o Maçom Frank Sherman Land, com o qual buscava constantemente conselhos e orientações, a quem pediu seu primeiro emprego.

Após constantes conversas com Lower, Frank Land reconheceu que o desejo do rapaz de atenção paternal não era limitado somente a ele, mas que se estendia a inúmeros outros jovens que tivessem pais ou não. Surgiu para Land, então, a idéia de formar uma Organização Juvenil que proporcionasse e devido treinamento e guia para uma melhor cidadania, uma organização de jovens que proporcionasse elevados valores patrióticos.

Tio Land disse a Lower o seu pensamento, solicitando sua ajuda para formar um clube de rapazes, pedindo que ele convidasse alguns amigos de Escola Secundária para uma reunião. Eles iriam organizar o clube. Foi em fevereiro de 1919 que Louis Lower e oito de seus amigos se reuniram num templo Maçônico com Frank Sherman com a finalidade de formar uma nova organização de jovens. Nunca nenhum deles poderia sonhar, menos ainda Frank, que no espaço de 40 anos o Movimento estaria ativo em 14 países e territórios tendo assim iniciado centenas de milhares de rapazes e algumas personalidades mundiais.

A inspiradora idéia de formação de um clube jovem de cunho educacional foi muitíssimo bem recebida por todos os nove rapazes. Surgiu então a questão de como chamar essa nova organização. Frank citou vários nomes famosos, porém nenhum agradava os rapazes de modo especial. Um dos jovens sugeriu que por estarem num Templo Maçônico, alguma figura histórica ligada à maçonaria deveria ser lembrada.

Aceita, por uma determinação do destino, a sugestão tomou corpo quando Land mencionou o nome de Jacques DeMolay. Este nome cativou imediatamente cada um dos jovens. Quando eles ouviram que DeMolay fora o último Grão Mestre dos Cavaleiros Templários e morrera como um Mártir da lealdade e tolerância, eles unanimemente concordaram que DeMolay seria a escolha, usando a pronúncia inglesa. Em 18 de Março de 1919, os noves jovens com 24 de seus amigos reuniram-se novamente no Templo Maçônico, organizando oficialmente a Ordem DeMolay, com o número ideal de 33 jovens. Foi somente 20 anos mais tarde que Frank Land descobriu que 18 de Março era aniversário de morte de Jacques DeMolay, em 1314.

Na segunda reunião, Louis Lower foi o primeiro a fazer a promessa DeMolay sobre a Bíblia que Land havia recebido em St. Louis quando tinha 12 anos, por ter freqüentado a Escola Dominical durante 10 anos consecutivos. Os primeiros oito DeMolays prestaram uma homenagem a Lower. Tio Land sempre dava sugestões valiosas quando precisavam nas reuniões, em especial em uma das primeiras reuniões, em que alguém sugeriu limitar o número de integrantes a 75. "Tio Land" explicou que seria egoísmo pois a organização deveria ser boa para todos, não para alguns. As palavras de Tio Land pareciam ter atuado como a luz verde, pois em menos de 1 ano, o Capítulo "Mãe do Mundo", em Kansas aumentou para o número de 3000 jovens iniciados.

O Ritual DeMolay foi escrito pelo Maçom e Jornalista Frank Marshall na primavera de 1919, e permanece inalterado até hoje, exceto por poucas palavras. A organização tornou-se também bem sucedida e conhecida por serviços de caridade, treinamento da cidadania e atividades sociais sadias. A Ordem DeMolay realmente assegurou-se uma história imortal de sucessos, através de seu trabalho para treinar líderes e garantir um mundo melhor para o futuro.

Em menos de um ano o Capítulo Máter da Ordem já possuía 3.000 membros. Em 1923, apenas quatro anos após a sua fundação. Em 1934, o Presidente Norte Americano Frankilim D. Rooservelt foi nomeado 1º Grande Mestre de Honra da Ordem DeMolay Internacional.




Fontes: demolay.org.br
            pt.wikipedia.org
            demolaybrasil.org
            pt.scribd.com


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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Glossário de Termos Administrativos Usados em uma Loja Maçônica

Acórdão - decisão coletiva dos tribunais.

Ad hoc - (locução latina) - para o caso; para tal fim.

Agenda - registro diário de atividades.

Adiamento da discussão - proposta usada para que não se proceda, de imediato, a discussão de uma matéria. O adiamento da discussão deve ser pedido antes de a mesma ser iniciada. O Orador da loja poderá requerer o adiamento da discussão sempre que julgar insuficientemente debatida ou esclarecida a matéria em discussão. O simples requerimento do Orador adia automaticamente a discussão.

Adjunto - oficial que substitui o titular de um cargo. Pode ser eleito ou nomeado; não confundir com aquele que o substituto eventual (ad hoc).

Ad nutum - diz-se da demissibilidade do ocupante de um cargo, que depende só da vontade de quem o nomeou, sem precedência de causa justificativa.

Aplausos - em maçonaria, os aplausos expressam alegria, felicidade e satisfação. Existe, porém, certo número de pancadas dadas com as mãos e correspondentes a cada grau, que são chamadas de: bateria.

Balaustre - é a denominação dada à Ata da sessão. Em alguns rituais não mais encontraremos o uso de tal termo.

Candidato - genericamente, diríamos que candidato é todo aquele que aspira uma vaga na maçonaria. Este é nome dado ao profano e, que recebe várias denominações antes de ser considerado um Aprendiz Maçom. Vejamos:
candidato - desde que assina o pedido até ser escrutinado. postulante -quando a Loja aceita o seu pedido, até o momento em que passa pelas provas iniciáticas. aspirante ou recipiendário –a partir do momento em que passa pelas provas iniciáticas. neófito - quando é proclamado no final das provas. aprendiz -nofinal do discurso do Orador.

Coluna gravada - assim denominado o que foi depositado no Saco de Propostas e Informações.

Defeso -proibido, vedado.

De plano - (locução latina) - imediatamente, sem formalidade alguma, estudo ou exame prévio.

Edital - ato escrito, divulgado e afixado, em lugar público, com determinação ou aviso emanado de uma autoridade competente.

Ex-officio - (locução latina) - por dever do cargo, oficialmente.

Interino - diz-se de quem exerce, por algum tempo, as funções de certo cargo, suprindo a falta ou impedimento do titular efetivo. O interino está muito mais para ad hoc do que para adjunto.

Livro - encontramos referências quanto a existência de vários livros na maçonaria, com utilidade e denominações específicas. Os mais conhecidos são:

Amarelo – onde registramos os nomes dos candidatos rejeitados por motivos que não sejam de ordem moral. negro - destinado a registrar os nomes dos candidatos rejeitados por motivos morais e os
Irmãos expulsos da Ordem por sentença passada em julgado. De presença – onde assinam os membros, antes de assistirem às reuniões.

Da Lei-também denominado: Volume da Lei Sagrada, Livro da Verdadeira Luz, Livro da Sabedoria, etc. É obrigatória a sua presença sobre o Altar dos Juramentos em todas as reuniões ou sessões maçônicas.

Curiosamente, ao fazermos a pesquisa, encontramos outros, não muito conhecidos. Entre os quais, mencionamos: das máximas – que contém as regras e os preceitos aos quais o Maçom deve ajustar os seus atos em todas as circunstâncias da vida. Eloqüência - destinado à transcrição dos trabalhos apresentados em Loja. Das constituições - destinado às Constituições e os Regulamento Gerais adotados por cada Potência. De arquitetura - no qual são registradas as atas das sessões da Loja e que permite seguir-lhe a história desde a sua origem, o que é de excepcional valia para os historiadores.

Ne varietur - termo latino que na maçonaria define a assinatura do maçom. Observa-se que o termo, paulatinamente, vem sendo retirado dos usos e costumes maçônicos.

Ordem do Dia - Conjunto de matérias a apreciar em determinada reunião. Temário, súmula ou pauta dos trabalhos.

Peça de arquitetura - todo e qualquer escrito que se apresenta em Loja por algum Irmão.

Placet - termo latino que significa petição judicial. Em maçonaria é usado com o sentido de autorização para iniciar, filiar, regularizar etc.

Placet ex-offcio - sanção imposta a maçom, por infração da lei ou de regulamentos administrativos. É o meio pelo qual a Loja reage contra o fato anti-social que a lei punitiva define como infração e desliga um membro de seu Quadro, expedindo-lhe o documento de desligamento.

Quite placet - (locução latina) - em maçonaria é o nome dado ao documento que se expede em favor do Irmão que solicita desligamento de uma Loja. Neste documento se declara que o mesmo está quite com os cofres da mesma, está regular e no gozo de seus direitos maçônicos. A validade do quite placet varia de acordo de Potência pra Potência; findo o prazo de validade, o seu portador não tendo se filiado a nenhuma Loja, será considerado irregular.

Sob malhete - esta expressão significa que a proposta está com o Venerável.

Tumulto - ausência completa de ordem. O Venerável deve suspender a reunião até que as condições de trabalho voltem à normalidade.
Voto de qualidade - em alguns grupos o presidente não vota. “Quando o Venerável já deu seu voto e se constata empate, ele votará novamente, sendo o segundo voto denominado voto de qualidade ou voto de minerva”.



“Cuidado com seus pensamentos: eles se transformam em palavras.
                                   Cuidado com as palavras: elas se transformam em ações. 
Cuidado com suas ações: elas se transformam em hábitos. 
Cuidado com seus hábitos: eles moldam seu caráter. 
Cuidado com seu caráter: ele decidirá seu Destino.”
(autor desconhecido)




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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Dicionário da Maçonaria "Z"

Z

Zabalon - Também Zabulum. Este nome varia muito nos diversos Rituais, é a palavra de “passe” de um dos Graus do Rito do Real Arco.

Zabud - Filho do profeta “Natham”, principal oficial e amigo do Rei Salomão.

Zacoris - Nome do grande tesoureiro do “Grande Areópago dos Sábios das Pirâmides”.

Zakai - Puro universal. Um dos grandes nomes de “Deus”, contido no Ritual Grau “6”, do Rito Escocês Reformado.

Zekarian – Nome de um dos seis porteiros do “Templo de Salomão”, segundo o Grau de Príncipes de Jerusalém, 8º do Rito Escocês Reformado.

Zend-Avesta – Coleção de livros sagrados dos persas, atribuídos a Zoroastro, que contêm os princípios da filosofia dos persas.

Zenit - Ponto imaginário da esfera celeste, que se supõe estar situado perpendicularmente sobre a nossa cabeça, oposto a “Nadir”.

Zerbal – Favorito o que prevalece com o Senhor, é o nome de um capitão dos guardas de Salomão. Nome que aparece em vários Graus do R\E\A\A\.

Zeus – Sobrenome que os gregos davam a Júpiter, o “Supremo Deus do Olimpio”, é considerado como o autor da vida.

Zillah – Significa proteção ou uma sombra. Uma das mulheres de Lameck a qual foi a mãe de Tubalcaim.

Ziza - Resplandecente, superabundante. Filho de “Siph”, citado na Bíblia. Palavra de “passe” do Grau “4” do R\E\A\A\, em alguns Rituais aparece como ZIZOR e também ZIZON.

Zodiacal - Referente a zodíaco. (Ver Colunas Zodiacais).

Zodíaco – É a faixa do céu que circunda a terra, por sobre a linha do Equador, que no seu todo de 360º, está dividido em doze partes de 30º cada, contendo em cada uma, um signo zodiacal. Estes signos marcam preponderantemente a decoração de um Templo Maçônico. O zodíaco, com seus signos, atualmente servem para, uma exploração desenfreada por parte de indivíduos inescrupulosos, que exploram a boa fé, e a crendice do povo. (Ver Colunas Zodiacais).

Zoroastro – Rei dos bactrianos, que reinou 5.000 anos antes da guerra de Tróia. Os dogmas principais deste reformador estabeleceram que, “Ormuz” é o autor de todo o bem e belo que o mundo encerra.

Zorobabel – Personagem bíblico, que desempenha importante papel em alguns Graus Superiores do R\E\A\A\.

Zorro – Animal parecido com uma raposa, astuto, sagaz. No Rito da Estrita Observância, se apresentava ao Mestre-Maçom, mostrando-lhe que devia ter a força de um leão, a inteligência da águia e a dissimulação de uma raposa.

Zweg – Palavra derivada do tudesco Zweig, que significa gérmen, fecundidade com que os pitagóricos designaram a Terra, mãe fecunda.


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Dicionário da Maçonaria "Y"

Y

Yiar – É o 8º mês do calendário judaico.

York - Cidade da Inglaterra onde nasceu o Rito de York. “Carta de York” é um documento histórico, que se constitui num dos mais antigos códigos de Franco-Maçonaria.

Yschim-Kibbontz - Divisa que circunda a esfera terrestre, que é colocada sobre a entrada do “Supremo Conselho dos Príncipes Hasid” no Grau “76” do Rito Misraim.

Yzed - Sábio, o mensageiro da ciência. Título de um dos grandes dignitários do “Grande Areópago dos Sábios das Pirâmides”.



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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Dicionário da Maçonaria "X"

X

Xilólatra - Aquele que adora ídolos de madeira.

XinXen - Palavra hebraica, cuja inicial está gravada no “Sepulcro de Adonhiran”; também aparece no Grau “6” do Rito Escocês Reformado.



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Dicionário da Maçonaria "V"

V

Vale – Localidade onde se situa uma Loja de Perfeição, Sublime Capítulo ou outro Corpo Filosófico.

Velas – São as luzes, que se usam em cerimônias Maçônicas, determinadas pelo Ritual que se usa, variando em número e cor. Não confundir com a iluminação do Templo, que hoje é feita com lâmpadas elétricas.

Venda - Ignorância do mundo. Faixa de pano preto, com a qual são cobertos os olhos do Candidato, durante parte da cerimônia de sua Iniciação.

Venerável – É assim chamado o Ir\ eleito e Instalado, para dirigir uma Loja Simbólica.

Ver a Luz – Ser Iniciado em uma Loja Maçônica.

Verdade - A busca constante da verdade é o principal trabalho que o Maçom emprega desde a data de sua Iniciação, mas que não consegue terminá-lo e pergunta a si próprio “Onde está a verdadeira verdade?”.

Verdadeira Luz – Verdadeira Luz é a que o Maçom recebe ao ser Iniciado, que lhe é dada de modo especial. No Calendário Maçônico, se considera Ano da Verdadeira Luz (V\L\). O calendário judaico, cujos meses são: 1º TISHREI, 2º CHESHVAN, 3º KISLEV, 4º TEVET, 5º SHEVAT, 6º ADAR, 7º NISSAN, 8º YIAR, 9º SIVAN, 10º TAMUZ, 11º AV, 12º ELUL.

Vergonha – É um sentimento humilhante para quem reconhece uma falta praticada. O Maçom não pode sentir vergonha, pois os seus atos devem ser do mais alto valor ético e de moral.

Verde – Uma das cores usadas na decoração Maçônica, com o sentido de esperança, cor do Grau “4” do R\E\A\A\, bem como a de uma Loja de Perfeição.

Vermelho – Cor do Rito E\A\A\, por ser um Rito Monárquico. O vermelho é muito usado em Maçonaria, existindo ainda a Maçonaria azul, que é à francesa; e a vermelha que é a escocesa, porém ambas como mesmo espírito por adotarem os “LANDMARKS” universais.

Vestido – Assim é chamado o avental, que obrigatoriamente usa o Maçom, quando está trabalhando dentro de um Templo. Para cada Grau há um Avental específico, assim como para Cargo exercido, variando conforme o Rito praticado.

Viagens – São as caminhadas feitas durante a Iniciação, para lembrar ao Candidato, que não é sem dificuldade que se adquire o dom das virtudes.

Vingança – Sentimento rancoroso que não pode ter guarida no Maçom. A vingança É mencionada no Grau “3”, e profundamente combatida no Grau “9”, ambos do R\E\A\A\.

Vinho – Bebida de baixo teor alcoólico, citado na Bíblia, que tem seu uso prescrito em Maçonaria, principalmente nos Graus “18 e 33” do R\E\A\A\. Com o vinho se faz as libações prescritas no Ritual de Banquete Ritualístico.

Violação – A violação do juramento prestado no ato da Iniciação, é o delito mais grave que pode cometer um Maçom, que deve ser castigado com a expulsão sumária da Maçonaria.

Virtude – Disposição para o bem, para o que justo e ético, é ainda a origem de sentimentos honestos e de ações corajosas.

Visitação – Um dos direitos do Maçom de visitar as Lojas do mundo todo. É um dos direitos estabelecidos pelos Landmarks da escala de Mackey.

Visitante – Irmão que eventualmente comparece aos trabalhos de uma Loja, que não a sua.

Visão – Um dos cinco sentidos do homem. Por particular uso deste sentido, o Maçom compreende os homens distanciados em si pela linguagem, religião ou nacionalidade e se aproximam de modo fraternal.

Vivat – Grito de alegria que fazem os Maçons, trabalhando no Rito Moderno e no Adonhiramita.

Vitriol – Palavra composta pelas iniciais de uma expressão latina, que quer dizer: visita o interior da terra e, retificando encontraras a pedra oculta, palavra que aparece nas “Câmaras de Reflexão”.

Viúva – Alegoricamente é a mãe de Hiram Abif, e numa alusão a falta que a morte do famoso arquiteto do Templo fez a sua mãe, os Obreiros a tomaram como a mãe de todos, e passaram a se tratar como IIr\.

Vontade – É a disposição que nos induz a levar a termo um desejo, um ideal ou uma determinação. Para o Maçom a prática do bem deve ser a maior de suas vontades.


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Dicionário da Maçonaria "U"

U

Um – É o primeiro dos números; a unidade, o princípio de todas as coisas, que não é compreendida senão pelo efeito da dualidade.

Urim – Palavra hebraica da qual se valia “Salomão”, para se comunicar com JEOVÁ, em suas orações.

Utensílios da mesa - Reino mineral.



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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Dicionário da Maçonaria "T"

T

Taça da Amargura – É a taça pela qual, o neófito toma um líquido específico para lembrar-se de que a vida não é só alegria, e também, para lembrar-se que não pode ser perjuro ao compromisso que, assumiu ao ingressar na Ordem.

Tabernáculo – Tenda portátil, construída por “Moisés”, para abrigar a ARCA DA ALIANÇA, que continham as “Tábuas das Leis”, durante a caminhada pelo Sinai. A palavra “Tabernáculo” aparece muitas vezes nos Rituais dos Graus do R\E\A\A\.

Tábua da Loja - (Ver Balaústre).

Tamuz – É o 10º mês do calendário judaico.

Tau – É a 19ª letra do alfabeto Grego, tem a forma de um “T”, que é usado invertido no Avental do Ven\ Mestre de uma Loja Simbólica.

Templário – Cavaleiro da Ordem, fundada em Jerusalém no ano 1.118, com o fim de proteger os peregrinos que iam à Cidade Santa. (Ver Jacques DeMolay).

Templo – Lugar onde se reúnem os Maçons, para os seus trabalhos. O Templo interior é o coração do homem, que deve ser trabalhado até alcançar a perfeição.

Templo de Jerusalém – Foi o único Templo dos judeus construído por “Salomão”, de 1013 a 1006 antes de J.C. (ou AC), destruído pelos caldeus em 588, reconstruído por Zorobabel em 516; e novamente destruído pelos romanos do ano 70 da nossa era (DC). Hoje, reconstruído com novas linhas, é o lugar mais “sagrado” dos judeus, muçulmanos e católicos romanos.

Templo de Salomão – Templo construído pelo Rei Salomão, para o culto ao “deus” dos israelitas. Para os Maçons o Templo é alegórico, com a representação do universo, que serve de modelo para o ensino da Simbologia Maçônica.

Tenda – Além de outras definições, é a barraca usada em campanha dos oficiais do exército em guerra, por isso, aparece muitas vezes no Grande Acampamento, símbolo principal do Grau “32” do R\E\A\A\.

Teogonia – Doutrina mística relativa aos deuses antigos, suas origens e seus atos.

Teosofia - Sabedoria divina, mas não é uma religião, e sim um conjunto de doutrinas, que pretende a total união do homem com a divindade, no movimento iniciado por Helena Blavatsky.

Ternário – Tudo o que é simbolizado pelo número três: Pai, Filho e Espírito Santo; Liberdade, Igualdade e Fraternidade; passado, presente e futuro; e, tantas outras. Em Maçonaria aparecem inúmeras vezes como: “Sabedoria, Força e Beleza”.

Terra - O quarto elemento da natureza, para os antigos, na Maçonaria, é representada pela “Caverna do Ritual de Iniciação” ao Grau “1”.

Tetragrama – Conjunto de quatro letras, para expressar a divindade sem pronunciar o seu nome. Em Maçonaria a mais usada é “IAVE”, que é a inicial da palavra hebraica “IOD”, ou seja “JEHOVAH”. Existem muitos tetragramas, como INRI, GADU e etc...(Ver URIM).

Teurgia – Movimento místico com o qual o homem colabora com Deus, para obter uma relação plena com os “espíritos celestes”, o que constitui uma espécie de magia.

Tevet – É o 4º mês do calendário judaico.

Tigre – Ferocidade, falsidade e traição.

Tishrei – É o 1º mês do calendário judaico.

Timbre – Carimbo próprio para autenticar documentos Maçônicos. Nos Graus Simbólicos, a tinta a ser usada é a de cor negra. Nos Graus Filosóficos, variam de cor conforme cada Câmara.

Toques – Sinais pelos quais os Maçons identificam a sua qualidade, bem como o Grau em que estão investidos. Os sinais são sempre seguidos por palavras que confirmam o “toque”, que por vezes são conhecidos por profanos.

Touro - Símbolo da força, nome de uma “constelação do zodíaco”. A carne bovina tornou-se uma das principais fontes da alimentação do homem, merecimento.

Trabalhos – São as ocupações dos Maçons, quando reunidos dentro dos Templos.

Traçar – Escrever ou redigir qualquer documento Maçônico.

Traje – Vestuário próprio que o Maçom usa nas várias cerimônias, que deve estar de acordo com o personagem que representa, e a época da ação. Usualmente o Maçom deve estar de terno, gravata, sapatos pretos e camisa branca.

Três – Número muito usado pelos Maçons, por representar equilíbrio, firmeza, tríade e tudo o mais que significa segurança, principalmente o triângulo eqüilátero e o “delta”, cuja presença é obrigatória nos Templos Maçônicos.

Trevas – Estado em que se acha o homem não Maçom, isto é o homem profano.

Tríade – Os três termos de um ternário; Deus, Pátria e Família; Nascer, Zenit e Ocaso; Passado, Presente e Futuro; e tantas outras.

Triângulo - Figura geométrica muito usada em Maçonaria, principalmente o triângulo eqüilátero, que é símbolo do equilíbrio. O “delta sagrado” é representado por um triângulo isóscele, unidade e triplicidade, “Deus”.

Tridente – Cetro do mitológico Netuno, terminado por três dentes. Em linguagem de Banquete Maçônico são os garfos, com que se come.

Tríplice triângulo - Trindade filosófica e geração.

Tri-pontuação – É usada em Maçonaria para abreviar palavras, e dificultar a leitura do texto por parte de profanos.

Trolha – Colher de pedreiro, considerada a mais importante ferramenta de um Mestre. Simbolicamente serve para alisar imperfeições, sendo um símbolo de fraternidade e tolerância.

Tronco de Beneficência – Caixa destinada a receber donativos, destinados a socorrer os necessitados.

Trono – Lugar situado no Oriente de um Templo, debaixo de um Docel, onde fica o Ven\Mestre de uma Loja.

Trono de Salomão – Assim é chamado à cadeira, onde tem assento o Venerável de uma Loja. Em cerimônia própria um Venerável eleito é Instalado no “Trono de Salomão”, sem o que não pode presidir Sessões, em que haja juramentos: Iniciação, Elevação e outros.

Tubalcaim – Filho do “Patriarca Lamec” foi o inventor das artes, e quem primeiro trabalhou com metais.

Tumim – Palavra sagrada usada por “Salomão”. Nome de uma espécie de espelho decomponente de luz espiritual, do que “Salomão” se valia para analisar o valor das pedras preciosas, bem como o valor espiritual dos homens que o cercavam.


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Dicionário da Maçonaria "S"

S

Saco de Propostas e Informações ou Saco das Proposições - Bolsa que circula durante uma Sessão, para receber propostas, indicações e outras solicitações, que fazem os membros da Loja.

Sagração de Templo Maçônico – É a primeira “cerimônia” que se realiza em Templo, para torná-lo em condições de nele se realizar qualquer outra cerimônia Ritualística.

Sala dos Passos Perdidos – Assim é chamada a “sala de espera dos Templos”.

Salário – Em Maçonaria chama-se à concessão de um novo Grau, concedido ao Maçom, que recebeu todas as instruções do Grau em que está.

Salomão – Rei da Judéia, que por “Ordem Divina”, construiu o Magnífico Templo em honra a JEOVÁ, “Deus dos Judeus”.

Sandália – Calçado modesto composto de sola e correias, com que um profano se apresenta para a sua Iniciação Maçônica.

Sangria – Prova Simbólica, através da qual se ensina ao recipiendário a ajudar seus Irmãos, derramando para isso seu próprio sangue, se for necessário.

Santos dos Santos – Lugar no Oriente dos Templos, onde nas cerimônias dos Graus Inefáveis, é colocada a “Arca da Aliança”. (Ver Sanctus-Sanctorum).

São João Batista – Padroeiro do Rito Escocês Antigo e Aceito.

São João Esmoler – Canonizado como São João de Jerusalém, é tido como padroeiro do Rito Adonhiramita.

Sanção – Sinal de aprovação, que se dá em Loja.

Sanctus-Sanctorum – Santo dos Santos, o lugar mais sagrado dos Templos Antigos, é onde os Israelitas guardaram a “Arca da Aliança”. Aparece nos Graus de Perfeição do R\E\A\A\.

Santuário - Consciência.

Saudação Maçônica – É o Sinal que os Irmãos fazem ao entrar em Loja.

Schiboleth – Palavra hebraica, que significa “espiga de milho”.

Segredo Maçônico – São os conhecimentos passados ao Maçom, durante a sua carreira na Ordem, que só podem ser transmitidos a um bom Irmão.

Selo – É um selo com características de um Corpo Maçônico, aplicável em documentos como prova de que o valor da taxa correspondente fora paga. (Ver Timbre).

Sempe -Vivas – Flor tida como símbolo, da recompensa e da probidade.

Sentenças Morais – Frases colocadas nas “Câmaras de Reflexão”, para predisporem o espírito do Candidato à meditação.

Serpente - Símbolo da astúcia e da sabedoria aparece no Grau “25” do R\E\A\A\, que leva o nome de “Cavaleiro da Serpente de Bronze”. Na Bíblia é citada no episódio na fuga do Egito, a serpente ardente, que com seu veneno, matavam muitos hebreus; mas foram elas, que ensinaram a “Moisés” como curar muitos que foram mordidos por elas. Combate, bom gênio.

Sessões – Reuniões que os Corpos Maçônicos realizam; nos Graus Simbólicos são classificadas de: Econômicas, Extraordinárias, Magnas e Brancas.

Shevat – É o 5º mês do calendário judaico.

Sílex – Pedra da qual se tira o fogo necessário, para a “Sagração de um Templo Maçônico”.

Simbolismo – É o conjunto dos três primeiros Graus, Aprendiz, Companheiro e Mestre, que todos os Ritos, sem exceção, devem possuir.

Símbolo – Representação, por objeto ou gravura, de uma idéia ou ação que não é revelada a todos.

Sinais – São gestos que os Maçons usam, para se reconhecerem em qualquer parte do mundo, sem falarem o mesmo idioma. (Ver Toques).

Sinal de Socorro – Sinal que só é conhecido do Mestre-Maçom, para usá-lo em caso de perigo eminente, que não pode ser negado, mesmo com risco de vida.

Sisma – Divergência entre Lojas ou Irmão, que pretendem suplantar os demais.

Sivan – É o 9º mês do calendário judaico.

Soberano Grande Comendador – Título designativo das “Funções do Chefe Máximo de um Supremo Conselho, a Alta Câmara”, que governa os Graus Filosóficos de um Rito.

Sol – Astro que obrigatoriamente, é representado na “abóbada” de um Templo, em seu Oriente, de onde emana a Luz, fonte da vida, sem o qual nada existiria, é ainda jóia de um Grão-Mestre.

Sono – Uma Loja que deixa de trabalhar, entra em estado de “sono”, isto é Adormeceu.

Sublime Capítulo – Também chamado “Sublime Capítulo Rosa Cruz”, Câmara do Rito Escocês Antigo e Aceito, que confere os Graus “15 a 18”. A localidade onde trabalha um Capítulo é denominada “Vale”. Um Capítulo, também confere os Graus “4 a 14”, quando em um Vale não há Loja de Perfeição.

Supremo Conselho – É o Órgão Superior que, governa os “Graus Filosóficos” do R\E\A\A\, ou seja, do Grau “4 ao 33”. O nome deste Órgão varia nos demais Ritos conhecidos. O lugar onde existe um

Supremo Conselho recebe a denominação de “Zênite”.



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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Dicionário da Maçonaria "R"

R

Raposa - Astúcia.

Real Arco – É um Corpo Filosófico, que governa o Rito de York, e é o quarto Grau desse Rito.

Receber a Luz – É o ato de se Iniciar na Maçonaria; simbolicamente retirar do Iniciado a venda do obscurantismo.

Recepção – Ato de Iniciar um Candidato.

Recipiendário – O Candidato que vai passar pelas “provas da Iniciação”.

Reconhecimento – É um documento, através do qual, duas ou mais corporações, reconhecem as suas legalidades de funcionamento.

Recreação – Suspensão dos trabalhos de uma Sessão de Loja Simbólica, por alguns minutos.

Régua – Símbolo da Perfeição, a de “24 polegadas”, lembra que devemos dividir e aproveitar o tempo: “8 horas” para o trabalho, “8 horas” para descansar e “8 horas” para instruir-se.

Regulamentos – Leis particulares de uma Loja, ou Corpo Maçônico.

Regularização – Ato pelo qual, um Maçom adormecido volta a atividade, também, quando são Instaladas as Lojas recém fundadas.

Reinstaladores – Irmãos, devidamente nomeados que Instalam de novo uma Loja Adormecida.

Rito – É o desenvolvimento de fórmulas usadas em cerimônias, costumes, ordens ou práticas de qualquer religião.

Romã - A família Maçônica.

Rosa - Segredo, discrição.

Rosa-Cruz – Antiga associação, pseudo “Cavalaria Templária”. (Ver Cavaleiro Rosa Cruz).

Roxo - Afeição, caridade.


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Dicionário da Maçonaria "Q"

Q

Quadrilongo – Assim é chamado o retângulo, que forma o contorno de um Templo. (Ver Pontos Cardeais).

Quadro da Loja – Número de Irmãos que compõem uma Loja.

Quatro – Número importante para os Maçons, principalmente pelo tetragrama “IEVE”, cuja inicial é “IOD”, lembra ao Aprendiz as quatro “provas” por que passou.

Questões – Perguntas que se fazem ao Neófito, durante a Iniciação.

Querubins – São citados em vários Rituais, destacando-se o quarto Grau do R\E\A\A\, quando descreve a ARCA DA ALIANÇA, “Debaixo das Asas dos Querubins”.


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Dicionário da Maçonaria "P"

P

Padrinho – Assim é chamado, pelo Candidato, o Maçom que o apresenta a uma Loja, para ser Iniciado, ou Maçom responsável por um Lowton.

Painel – Quadro onde estão gravadas figuras alegóricas, que servem de instrução a cada Grau.

Palavras – São vocábulos que caracterizam Graus ou Funções em todos os Ritos como: “Palavra de Passe, Palavra Semestral, Palavra Sagrada, Palavra de Reconhecimento” e muitas outras.

Palavra de Ordem – É aquela que é dada periodicamente em Altos Graus.

Palavra Misteriosa – Palavra para identificação em alguns Altos Graus.

Palavra Semestral – Palavra concedida pelo Grão-Mestre às Lojas, cada seis meses, que é passada de modo especial a todos os membros da mesma, para poder provar sua freqüência. (Ver Cadeia de União).

Pão - É o alimento do corpo, aparece em alguns Graus Filosóficos do R\E\A\A\.

Paramento – Nas Lojas são: “o Livro da Lei, o Compasso e o Esquadro”. Para o Maçom são as suas alfaias. Passagem – (Ver Interstícios).

Passos – Cada Grau tem seus “passos misteriosos”: sinais, toques e palavras para identificação.

Past-Master – Ex-Venerável de uma Loja. È o nome dado ao primeiro Grau do Rito de York, depois do Grau de Mestre.

Patente – Diploma que se concede aos Irmãos, que chegam aos Graus “30, 31, 32 e 33”.

Pátria - A Maçonaria respeita a nacionalidade de cada um dos seus membros, embora seja internacional.

Patrono – A Ordem respeita a antiga prática de adoção de um Santo Patrono, para cada corporação assim como, São João é o Patrono da Maçonaria, como ainda é admitida hoje.

Pavão - Vaidade.

Pavimento de Mosaico – É formado de ladrilhos quadrados, brancos e pretos, e simboliza a estreita união que deve existir entre todos os Maçons, apesar da diferença de nacionalidade, credo e opiniões.

Paz – Doutrina Maçônica que contraria toda e qualquer espécie de violência.

Peça de Arquitetura – Discurso, relato, ou trabalho escrito, lido dentro de um Templo.

Pedra Angular – É o começo das construções, princípio sobre o qual descansa a Ordem.

Pedra Bruta – Imperfeição, pedra na qual se exercitam os AApr\.

Pedra Chata – Moeda de ouro, prata, cobre, níquel ou papel.

Pedra Cúbica – Pedra sobre a qual se exercitam os Companheiros.

Pedra Filosofal – Foi e será sempre o ideal de todos, para que se viva bem com saúde e completa felicidade.

Pedra Polida – Ata dos trabalhos de uma Loja, pedra trabalhada pelos Mestres.

Pedra Angular - Amor fraternal. Pedra fundamental de um Templo.

Pelicano - É o principal símbolo do Grau “18” , como representação do sacrifício por ter sido considerado como a ave, que alimentava seus filhotes com a carne de seu próprio peito, caridade.

Pena de Morte – No passado à pena de morte existia, para todos os traidores em geral, hoje a Ordem Maçônica não possui em sua legislação a tal penalidade.

Pentáculo – Estrela de cinco pontas, formando no centro um pentágono. (Ver Estrela de Cinco Pontas).

Pentágono – Figura geométrica de cinco lados iguais, usada na jóia do Grau “32” do R\E\A\A\.(Ver Estrela Flamejante ou Resplandecente).

Pentalfa - Paz, amizade fraternal. (Ver Estrela de cinco pontas).

Perfeição – É o Grau de Excelência a que pode chegar uma coisa.

Perfume – Data da mais remota antiguidade o uso do perfume. Os egípcios foram os primeiros a usarem os aromas, para os ofícios aos deuses.

Perpendicular - Igualdade, retidão.

Perpétuas - Probidade.

Peristilo – Frente ou entrada de um Templo.

Personalidades – O homem tem três personalidades: a divina, a racional e a irracional.

Phoenix - (Ver Fênix).

Pilares – No sentido figurado são cincos em uma Loja: o Ven\, os Vigilantes, o Orador e o Secretário.

Pinças – Espivitador (peça de apagar velas).

Pincel – A pena de escrever para os Maçons.

Pirâmide – Monumento de pedra, que tem a forma triangular, mas pode haver mais de três faces.

Placet - É o documento dado por uma Loja, através do qual, declara que um Irmão se desligou do seu Quadro.

Plenitude dos Direitos Maçônicos – Diz-se do Maçom que é Exaltado ao Grau “3” de qualquer Rito conhecido.

Polir – Escrever, redigir. (Ver Buril).

Pontos Cardeais – Assim são chamados os quatros lados de um Templo Maçônico.

Pontos Geométricos - Perfeição, regularidade.

Pomba - Símbolo da paz. Foi a ave que “Noé” soltou após o dilúvio e, que voltou com um “ramo de oliveira”, anunciando que as águas haviam desaparecido da superfície da terra.

Pórtico – Duas ou mais “Colunas” encimadas por um delta, ou trave que se põe na entrada de um Templo.

Pórtico do Templo – Sala que precede à “Sala dos Passos Perdidos”.

Potência – Maçonicamente é o Órgão Soberano, que governa um conjunto indeterminado de Lojas Simbólicas, ou de Corpos Filosóficos.

Prancha – Carta, ofício, ou qualquer comunicado escrito Maçônico.

Prancha a Traçar – Papel de carta em branco.

Profano – Todo e qualquer indivíduo não Maçom.

Prova da Água – Uma das “provas” a que se submetem os Iniciados, para poderem receber as Instruções Maçônicas.

Prova da Terra – É a primeira “prova” por que passa o Candidato, para lembrar-lhe entre outras coisas, que somos mortais, e os compromissos que vai assumir para com a Ordem.

Prova de Fogo – “Prova” por que passaram os Iniciados, para se tornarem aptos a ingressar na Maçonaria, uma das formas de purificação simbólica.

Prova do Ar – È a que é submetido o Iniciado, na primeira das três viagens que faz durante a Iniciação.

Punhal – Em Maçonaria lembra ao Candidato que, deve se enfrentar, de todas as maneiras, as dificuldades da vida. Lembra ainda a vingança.

Purificação - Em Maçonaria lembra que o Maçom deve tirar de si todo o sentimento do mal.

Purificar – Fazer passar pelas “provas” da Iniciação: terra, ar, água e fogo.

Púrpura - Dignidade de mando e jurisdição.

Preto - Tristeza, morte, circunspeção.

Prova do Ar – Prova com ruídos e sons de fenômenos da natureza, que modernamente nos chama a atenção para as dificuldades que o homem tem de enfrentar.

Prumo – (Ver Perpendicular).


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